Edith's profileMovimento da lagartaPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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August 03 Não achei um título adequado...Era como um teste a que se propusera. Vai saber. Queria falar, e mais que isso, ouvir.
Mas só àquela altura, fim de festa e álcool no juízo, a oportunidade se apresentou.
As amigas não gostaram, nem havia porque gostar. Ela mesma não sabia o que seria, apenas o que não queria.
Ficou, mesmo na dúvida.
E dançaram, falaram bobagens, tomaram a saideira.
Partiram, chegaram, subiram.
Ela mostrou detalhes da casa, fotos dos sobrinhos.
Eles riram, conversaram, atualizaram um ao outro de suas vidas. Era bom recuperar um pouco da intimidade perdida.
Dançaram mais. Luiz Gonzaga dizendo, e ele rearfimando, que a saudade dói...
Mas ela preferiu deixar a saudade onde estava, doendo ou não. A ela bastara a companhia, a conversa, o compartilhar cigarros, risadas, os rumos que cada um vinha tomando, ou pretendendo tomar.
Ele a achou diferente. Ela sabia que ele era o mesmo.
Amanheceu. Dormiram. Acordaram. Almoçaram.
Depois de mais um cigarro, se despediram.
E ela estava feliz. Por ter conversado, por ter rido.
E por isso ter bastado. A primeira vezAcorda assustada, e mais assustada ainda com o que vê, reza. Esquece-se do Pai Nosso, então conversa. Com Deus, com as entidades. Ouve barulho da água. Músicas diferentes, um tanto ao longe. Sente algo se movimentar na cama. Acha que é o gato, mas este está calado, sabe-se lá onde.
E continua rezando, pedindo e agradecendo, ouvindo a água, sentindo as presenças.
Sentindo mexerem na sua mão, no pé machucado.
Sentindo.
Mas, já não está assustada. Assim permanece, até que não ouve nem sente mais coisa alguma, a não ser o gato deitado em suas pernas. No relógio, 5:29h!!
Toma um pouco da água que até há pouco ouvia ser movimentada, e adormece agradecendo, com a certeza que foi visitada, energizada, tratada. Breve retornoNossa, há tanto tempo não escrevo aqui, que até desacostumei...micro bixado, em papel não tenho escrito muito. Mas aí vai o que está em mãos, pra não deixar esse blog tão parado assim. May 06 MojitoNós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres Senhor, senhora ou senhorio Felino, não reconhecerás!!!!!!!!!!!! Notícias....Isso foi ontem, mas continua valendo. Encontrei pessoas queridas, dancei, falei merda, falei coisa séria, ri...viva a vida!!!
Tô cansada de tanta notícia! Cansei de ouvir sobre o decreto boliviano, os protestos da mídia, discursos inflamados de um lado e outro. Sobre a condenação do Estevão, sobre o julgamento do jornalista, sobre o barraco da torcida do Corinthians (é assim que escreve??), greve de fome do Garotinho. Alienada? Não sei. Adoro uma frase que a Márcia tem no orkut dela. “Você não tem os pés no chão, disse um amigo meu. Eu tenho, mas é outro chão que eu piso”. Diz tudo!! Eu piso sim, outro chão. E quero sempre continuar pisando esse outro chão, outros chãos que apareçam, desde que seja um chão que me diga respeito, conhecido ou não, mas que tenha a ver comigo e com o que acredito. Pra mim as notícias mais importantes são as que recebo dos meus amigos, das pessoas com quem convivo ou mesmo que estão longe, mas com quem realmente me importo. São essas as que me afetam diretamente, mexem com as minhas emoções. São essas que me deixam preocupada ou feliz. Não, não sou uma egoistinha de merda imersa na minha bolha, me preocupo sim com o que acontece, coletivamente falando. Mas o que me realmente me comove é o que acontece ao meu redor, e aqui me refiro a uma esfera bem menor (?) do que a abarcada pelas notícias dos jornais. Por isso é tão importante pra mim ir ao samba, ao forró, aos encontros com amigos. É nesses lugares que encontro as pessoas, que nos divertimos, conversamos, e muitas vezes até nos ajudamos. Sim, é muito mais do que gente bêbada e alegre reunida. É na farra, na boemia, na esbórnia, que conversamos de tudo. Desde abobrinhas e piadas a papos-cabeça. E a música faz parte de tudo isso, é o que propicia e mobiliza esse encontro. Sei lá porque comecei a falar disso tudo. Sei que pra mim hoje, nada de jornal, Bolívia, EUA, Irã, São Paulo. Buteco depois do trabalho, seguido de Armandinho no Clube do Choro e samba no Arena. Firme e Forte!!! E em cada um desses vou encontrar pessoas queridas, e saber o que estão fazendo, como vai a vida. E vou me dar muito por satisfeita com essas notícias.April 19 Estranheza...que não sai de mim, não sai...Tô estranha, esquisita, sinistríssima...
Esses dias tô nessa vibe solitária, silenciosa...não quis ver nem falar com ninguém, e fui fiel a essa vibe, pelo menos após as 18h, meu chefe com certeza não ia me dar licença com base num argumento desses...mas acho q devia ter pego 2 filmes de novo hj, e não apenas um...me desacostumei a estar sozinha tanto tempo. Sinto falta das minhas amadas amigas, que tanto seguram a minha barra sem nem se dar conta disso. E já tô me vendo amanhã, desesperadamente ligando pra elas e quase implorando pra gente fazer alguma coisa, eu que ignorei todas enquanto botei fé na vibe do silêncio...pensando que o silêncio, o isolamento fossem me ajudar. Mas qualoquê...
Não foi de todo mal, adorei Kill Bill, tinha tempo que não via nada do Tarantino. Gostei tanto que vi ontem e hoje peguei Kill Bill 2, que já não aguentava mais, doida pra ver o Bill ralar no asfalto. E agora quero ver Jackie Brown (nem lembro se é assim que escreve).
Mas acho que convém dar um tempo, muito Tarantino na cabeça talvez não me caia bem.
E eu queria dormir cedo a semana toda, não consegui isso nenhum dia, e já são mais de 23h...boa noite!!
April 17 .diths.e.tá.dito.Vibe massa desse aniversário que mais passa não, visse?? Cassandra tb fez homenagi, coisa lindriaaaaa!!!!! Amei Cas!!!! E o cartão das oveia peidona tb, uhuuuuuu!!!!
.diths.e.tá.dito.04/16/06
April 15 Aniversário!! 31!! Viva as balzacas!!!Coisa lindria eu chegando da virada do aniversário e já vendo uma homenagi lindria dessa!!!!!! Valeu Vick!! Sordade muita e amor muito!!!!
April 13 A dor e a delíciaEu e outra Duas em uma Ou várias em uma? Várias em várias Uma que ama A vida que tem Os amigos As farras, a boemia Seu amor Mesmo sendo de lua E vive isso Todos os dias Adorando a vida que tem Mas também aquela Que vive chateada Fingindo não estar Porque é obrigada Ao que não quer Ao que a ela não importa Se dedicar E aquela outra Que pensa em sumir Fugir Se esconder Bem longe dali? Talvez por não saber responder A que quer se dedicar Quererá se dedicar? Será? Tem a meio doida, meio moleca Que quer sempre brincar Bobagens falar Gargalhar Rir até cair, até dar uma dor Tem também a braba Impaciente, atacada Essa xinga, fica com raiva Bate porta Quando quer bater na cara Cansa de esperar Cansa e vai embora Birrenta e orgulhosa E a dengosa? Manhosa até poder mais não Painho mimou E mal acostumada ficou A ser elogiada Querida, desejada Fica possessa Se não lhe dão o que quer O que acredita merecer Mas também é generosa Por vezes já deu O que iria lhe faltar O vivente merecia? Disso não vai lembrar Planos? Nem pensar Não planeja Disso tem medo Vive Sobrevive Ou subvive? Depende, tude depende Às vezes vive Às vezes, segue a maré Na verdade é sempre a maré Que a leva, e ela vai Elas vão Sem saber para onde Mas vão Vivendo a dor e a delícia De serem quem são Quem é.April 06 Lendo relatórioPiranga
Acaiaca
Furquim
Jequeri
Dom Silvério
Seriquite
Carrapato
Matipó
Cenibra
Acesita
Manhuaçu
Jampruca
Mutum
Assaraí
Malacacheta
Coroaci
Ô relatório sem fim
Esse tal do Baguari!! Fome poucafome disgramada
de comer
de dormir
de não pensar
só amar
viver
enlouquecer
rir, rir demais
até dar uma dor
até guentar mais não
vandalizar
pirar o cabeção
esquecer da eleição, do patrão
e que sou um "cidadão"
só lembrar, estar
com os amigos
com o amor
só isso
quero mais nada não
April 03 Semaninha arroxada!!Foi coisa lindria essa semana!! Farra até dar uma dor, cerveja, cachaça e cigarro até dar uma dor. Risada dimai, até dar uma dor, vôo perdido, então, nem se fala!! Valeu Wal e Vick, gatas massas da minha vida!!!!! A musga é pra vcs!!!!! hahaha
Como tu (descobri de quem era não, rs)
Nada existe parecido com as estrelas assim como tu
Que não sabe o quanto eu quero dividir a vida eu e tu Se soubesses que eu gosto até os ossos de gostar de tu Eu queria que os filhos que eu tivesse fossem como tu Viver contigo a primavera Ter contigo a vez primeira Não há nada que eu queira Como tu a vida inteira Tu, tu, tu, a vida inteira Tu, tu, tu, a vida inteira Me perdoa se insisto que eu queira a vida eu e tu Que de todas as estrelas, a mais vista, a mais linda é tu Que as sete maravilhas reunidas não são como tu Que eu queria que os sonhos que eu sonhasse fossem como tu Viver contigo a primavera Ter contigo a vez primeira Não há nada que eu queira Como tu a vida inteira Tu, tu, tu, a vida inteira Tu, tu, tu, a vida inteira Se as notícias fossem como tu E as cidades fossem como tu E se as ruas fossem como tu E se o chefe fosse como tu Se a guerra fosse como tu Se os deuses fossem como tu... March 29 Sei lá, não sei...sei lá, não sei não...O que parecia não era. Ou era? Ou o que era não parecia o que era. Ou já foi um dia, e como tudo na vida, muda, deixa de ser o que era. Passa a ser outra coisa, que não é mais o que era. E me deixa confusa. E me entristece. E me faz chorar bem aqui, na mesa do trabalho. Não sei porque choro. É pelo fim? Não sei, a impressão é que o defunto já fede, mesmo escondido na geladeira. Talvez a tristeza, o choro, seja por não saber ao certo quem é o defunto. Se é o sentimento, se é a relação, se sou eu.
Andam dizendo
Tom Jobim e Vinícius de Moraes
Andam dizendo na noite que eu já não te amo Que eu saio na noite e já não te chamo Que eu ando talvez procurando outro amor Mas ninguém sabe querida o que é ter carinho Que eu saio na noite mas fico sozinho Bem perto da lua bem perto da dor Perto da dor de saber Que esse céu não existe Que tudo o que nasce Tem sempre um fim triste Até meu carinho Até nosso amor. March 28 É hoje!É hoje que Vitória chega. É hoje que conheço a danada. Tão danada que inda por cima escolheu direitinho a semana de vir, quando estou mais calma, mais feliz...não que o encontro fosse prejudicado se tivesse sido semana passada. Seria igualmente festejado, comemorado, bebemorado.
Mas que meu astral tá tão melhorzinho, isso é inegável. Porque a tempestadade serenou, o tempo se abriu. Mesmo que eu saiba que na essência, nada mudou. Mas também, se a essência mudar...mudança grande demais, passa a ser outra coisa. Outra coisa que não é mais a mesma. Que talvez eu não queira. Que talvez não queiramos. Medo de mudanças? Pode ser...mas não é sobre isso que quis escrever.
É sobre ela. Até fiquei ansiosa, e não foi sozinha. Waleska também - vamos nos encontrar no hotel? nããooo, antes, vamos chegar as duas juntas, empaeradinhas. Quer presenciar o momento, rs. Há tempos não experimentava essa sensação. De conhecer ao vivo uma pessoa com quem já conversei, já ri, já sabe de coisas que algumas pessoas com quem convivo mais não sabem. Já saí de casa preparada pra sair do trabalho e encontrar as duas. O que vai acontecer logo mais. E depois, só alegria. Inda por cima, é dia de Tersamba, já lembrado aqui algumas vezes. Eu, Wal, Vick, Dri (que nem sempre vai ao samba, quando vai eu adoro), Vizinha, que aniversariou ontem...meu amigo, pense numa noite que promete!! March 20 Da chuva que lavaChuva caindo
lavando a rua
lava também a mim
impura, crua
pesada, leve
lava e leva contigo
a amargura
o devaneio
rancores adormecidos
lava e deixa à mostra
a alma nua
o grito
amores escondidos
molha minha cara
escorre pelo corpo
leva a sujeira
o escárnio
a mentira
a crueza que endurece
deixa à mostra
eu, eu
coragem medrosa
menina libidinosa
dúbia e frívola
tola e astuta
cai, chuva! March 16 Nunca fui santa não senhorEstava no Google procurando a letra de "Hino dos Malucos", porque ouvi na trilha de Os Normais e tinha que achar essa letra. Achei. E achei também a de "Nunca Fui Santa". E achei massa, coisa lindria, me identifiquei demais!! Apesar de ser boba, sim, muitas vezes. Quase sempre. Mas que seria da vida se a gente não pudesse ser boba, heim? Tem que se permitir. Falar e fazer bobeiras, bobagens, bobeiragens. Mesmo sem ser boba. Mesmo sem ser santa.
Nunca fui santa
Rita Lee
Nunca fui santa Nunca fui boba Entro num mantra Caio de boca Nunca soube dizer De onde vim Nem pra onde vou Vivo nesta terra em transe Cheia de sol Cheia de horror Já pulei do abismo Já fiz muito amor Eu perco o juízo Sem nenhum pudor Meu bem, eu amo você Te odeio Vivo neste mondo cane Cheio de vinho Cheio de sangue Sou nova demais pra velhos comícios Sou velha demais pra novos vícios March 15 Para, de, sobre...WalTempo q num escrevo aqui, heim? Meu amigo, pense num blog desatualizado! Mas é que ando esquisita demais, pensante...e não tô querendo falar sobre esses pensamentos aqui não...
Mas hoje é diferente! É o dia de Wal!! CarnaWaleska, gata chocolate morena jambo, que me arrebatou, assim como a tantas outras gentes, e hoje é difícil demais não compartilhar com ela as alegrias, aperreios, devaneios, farras...pense numa mulé que arrebata!! Com seu sorriso que sorri do jeito mais aberto e sincero, sorri com a alma. Olhar que não esconde os sentimentos, olhar verdadeiro, lânguido de peixe-lânguido (pisciana que é), como bem definiu Cassandra. Felizes os que têm a bem-aventurança do seu afeto, do seu amor, da sua simpatia, do seu cabimento.
Lembro quando nos conhecemos...num forró, eu bêba, ela mais ainda, e Fabrícia ainda mais. Que alegria, Fabrícia no caminho bom, do vandalismo alegre e despreocupado! rsrs...e depois desse primeiro contato, fomos nos vendo, nos encontrando, e não sei precisar quando foi que ficamos mais próximas. Mas isso não importa pra mim não. Quando, onde, e como. Minha memória não é mesmo das melhores. E essas coisas de sentimento, de amizade, de confiança, não são assim mesmo não. Não vêm com botão de on/off.
Sei que fomos descobrindo afinidades, e fomos compartilhando mais da vida uma da outra, sem que eu nem desse muita conta disso. Quando percebi, a danada já tava na minha vida. Já tinha me arrebatado, me encantado. Com suas tiradas bem-humoradas e inteligentes. Com suas histórias e seu sotaque, que tanto me lembram a Paraíba. Com sua generosidade. Com seu carinho, seu dengo, malemolência, sinceridade mais amiga. Sendo ela. Amiga mulher menina que aceita, ampara, arenga, aconselha, ri, chora, duvida, pergunta, concorda, discorda, abraça, beija, fala, canta. Que é lenta, tem o tempo dela. Que é ela. Waleska. Amo e preciso!
Ela não queria comemorar os 30 não. Desde que inteirou os 29, já temia a aproximação do 15/03/2006. Nada que temer, Wal. Você continua a mesma gata chocolate. Felicidade muita quando ela avisou que ia sim comemorar, e até mandou convite pros amigos. Usando o próprio Poeminha dos Trinta, que primeiro destinou a Fabrícia, depois emprestou a mim. Chegou agora a hora dela, glamourosa e trasnlumbrante. Parabéns, Wal! March 06 Saco...Tudo errado
Ou sou eu a errada?
A que faz coisas erradas
Toma decisões erradas
Insiste nos erros
De um jeito ou do outro, dá na mesma
Cansada...
Das mesmas picuinhas
Mesmas insatisfações
Mesmas reclamações
Planos e idéias nunca postos em prática
Fogo de palha
Quero um chá de sumiço! March 04 Meda!Coisa esquisita essa. Depois de uma farra tão grande, de tanta risada, conversa fiada e não fiada, língua ferina, chegar em casa com céu claro e dar de cara com o zelador que me olha como se eu fosse uma perdida, chegando em casa a uma hora daquelas, mas faço que nem vejo, abro um sorrisão apesar dos zóim pequeno e dou bom dia...pois então, depois dessa noitada divertida e estendida até o último minuto, um sonho esquisito danado me deixa meio agoniada.
Primeiro, porque tem um rato enorme perto demais da minha pessoa, não tô na minha casa e sim numa casa que eu não conheço, numa situação e com pessoas que não me lembro. Só lembro dele, o rato. Como se me perseguisse, intimasse, desafiasse. Acordo enojada e assustada, coisa boa não deve de ser, sonhar com rato. O google me leva a vários sites que confirmam minha intuição. Mandam tomar cuidado. E eu me assusto mais ainda, já que uma conhecida já tinha sonhado comigo, me mandando fazer uma limpeza geral. Afe, sai de mim, que esse corpo não te pertence! Chuta que é macumba! E já quero ir no Café da Linda pra ela ler a borra do café, na conselheira de Wal, no astrólogo, no terreiro...
Mas agora não vou fazer nada disso. Fiz o macarrão com atum e creme de cebola que tava babando na receita desde semana passada (uma delícia!), vim escrever, o namorado não vem agora, logo agora que eu queria alguém aqui comigo. Vou é na Cult, aproveitar a promoção. E depois dormir, espero que sem sonhos dessa vez.
March 02 Eu quero é botar o bloco na rua!!E o carnaval finalmente chegou, e infelizmente já acabou também. Infelizmente na verdade não sei, naquela pisada boa da folia o corpo não dura muito tempo não...mas foi bom, foi maravilhoso enquanto durou.
A prévia foi no Café da Rua 8, com o Ventoinha de Canudo, ou melhor, já com o Bloco Teu Pai Pifado é Minha Tia na Banguela botando pra quebrar. Não entendeu? É esse mesmo o nome do bloco, releia pra ter certeza, rs. Depois ainda rolou a esticada no Calafieira, tudo de bom!!! Na sexta, abrindo oficialmente o carnaval, mais uma folia no Café da Rua 8. Que, apesar de alguns percalços, foi uma festa linda, tava tão cheio que até parecia Salve a Pátria!
E do sábado em diante, meu amigo...pense!!! Numa felicidade grande, folia que não se acabava mais!! O "Teu Pai Pifado..." arrastou geral e literalmente a galera na 204 sul, contagiando a todos com a música envolvente, com os figurinos marmotas e coloridíssimos, a felicidade de quem não esperava encontrar uma coisa daquelas ali, e a felicidade também de quem já conhecia o bloco de outros carnavais, e mais uma vez, foi às ruas na esperança de encontrar a alegria, os frevos, marchinhas, xotes, baiões e caboclinhos que não deixavam ninguém ficar parado. E não acabou na terça, não senhor! Na quarta de cinzas lá foi o bloco ajudar a varrer as cinzas na Trance Formation, pertinho de Piri. E mais uma vez, a surpresa e a alegria dos que encontrávamos.
Valeu demais!!! O tão ansiado e esperado carnaval cumpriu seu papel, superando as expectativas. Valeu Ventoinha, valeu Teu Pai Pifado é Minha Tia na Banguela!!! Obrigada por mais um carnaval que deixa saudades!!! |
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